Fim da poeira e do barro, asfalto no Pólo Industrial Norte contemplará 75% das empresas

Categoria: Geral | Publicado: quarta-feira, agosto 24, 2016 as 14:03 | Voltar

Campo Grande (MS) – A pavimentação asfáltica do trecho de 1,4 quilômetros do Polo Industrial Miguel Letteriello, localizado na região norte da Capital, prova mais uma vez que o asfalto será uma obra emblemática. Além de dar fim aos problemas com barro e poeira das empresas localizadas no entorno que receberá o pavimento, o asfalto irá beneficiar diretamente 75% da capacidade de produção do Polo e tem criado expectativas entre os trabalhadores.

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obras de pavimentação asfáltica tiveram início imediato após a assinatura da ordem de serviço

Das 40 empresas localizadas na região 30 serão contempladas com a pavimentação e, com a conclusão da obra, o Polo passará a ser 100% asfaltado. Declarado como um sonho antigo dos empresários da região, a pavimentação é definida como sinônimo de progresso.

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Marcos Tavares é empresário na região e há anos luta pela pavimentação

“Hoje para nós esse asfalto é o progresso, porque quando o asfalto chega, o progresso também chega. Acredito que irá mudar bastante a nossa rotina com a melhoria da logística, da limpeza das empresas, pois uma vez por semana paramos a produção para limpar o depósito.

A obra também vai facilitar no que se refere a descarga do produto. “Em período de chuvas enfrentamos muitas dificuldades com os caminhões pesados, que para chegarem até aqui enfrentam muito barro, o que faz da descarga de produtos uma situação crítica”, frisou Marcos Tavares, proprietário de uma empresa de cestas básicas que emprega 50  trabalhadores e embala semanalmente 700 toneladas de alimentos.

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Valdir Ferreira acredita que a pavimentação irá sanar problema logísticos na região

Para o gerente industrial de uma fábrica de móveis escolares e de escritório, Valdir Ferreira, a pavimentação além de solucionar a questão logística na região, colocará as empresas beneficiadas em igualdade com as localizadas nas ruas pavimentadas do Polo. “As empresas dessa região do Polo acabavam ficando prejudicadas pela falta de asfalto, pois os clientes não querem transitar em rua ruim e evitam fazer esse trajeto. Tem também os funcionários que terão que arcar com menos manutenção de seus veículos, porque aqui isso também é um problema”, frisou.

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José acredita que o asfalto vai tirar empresas do isolamento.

O isolamento das empresas da região também foi apontado por André Gonçalves, funcionário da empresa de móveis. “Em comparação com as outras empresas, temos essa sensação de estarmos meio isolados aqui, principalmente na época das chuvas”, contou ele que é responsável pelo gerenciamento da produção de 500 peças por mês produzidas pela empresa.

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Para o soldador Manoel, o pavimento asfáltico colocará fim ao barro e a poeira.

Já o soldador da indústria de móveis, Manoel da Silva, além da poeira, do barro e das pedras, a pavimentação terá o sentido de organização. “Esperamos por isso há muito tempo e acredito que será bom para acabar com a poeira, o barro, enfim será para organizar a região”.

Na mesma expectativa está auxiliar administrativo empresa de alimentos, Luigy Oliveira. “Para mim esse asfalto vai trazer mais visibilidade para as empresa daqui, além do acesso mais fácil. Enfim serão solucionados tudo que consideramos problema”.

O Polo Miguel Letteriello

Com a ordem serviço assinada no último dia 15 de agosto e início imediato logo após a assinatura, as obras de infraestrutura do Polo Miguel Letteriello preveem a pavimentação de 14.750 metros quadrados de pavimentação e 1.063,50 metros lineares de galerias de aguas pluviais. Com o asfalto serão contempladas as ruas Ada Teixeira dos Santos Pereira, Elza da Silva Gatas e Dr. Nicola Casa Caminha, via que dá acesso ao anel rodoviário (BR-163). Ao todo serão empregados recursos da ordem de R$ 1.696.398,83, próprios do Estado, oriundos do Fundo de Apoio às Empresas (FAI-MS).

O Polo Miguel Letteriello gera atualmente cerca de 1500 empregos diretos, nas 40 empresas de economia diversificada, que vai desde a fabricação de tijolos à confecção e alimentos.

Texto: Raquel Pereira
Fotos: Moisés Silva

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